A Pandemia e as mudanças no Mercado Imobiliário


O surgimento da pandemia de Covid-10, em 2020, gerou um impacto inicial no mercado imobiliário. Existia um receio dos clientes em adquirir um imóvel, tendo em vista que isso, geralmente, envolve um compromisso financeiro de muitos anos. Mesmo com essa redução nas vendas, o setor imobiliário continuou com os empreendimentos e foi se adaptando à nova realidade, inclusive aproveitando dos meios digitais para atrair clientes.




Ao final de 2020, o mercado conseguiu um aumento de mais de 8% nas vendas de imóveis - em relação ao ano anterior. Ou seja, mesmo com toda a instabilidade gerada pela pandemia, o mercado imobiliário conseguiu se adaptar e alavancar nas vendas, superando o ano de 2019.


A queda da SELIC também é algo que incentiva esse aquecimento do mercado imobiliário. Os bancos acabaram reduzindo os juros de financiamento e isso se tornou uma boa oportunidade para quem almejava adquirir imóveis. Pode haver um aumento da SELIC antes de 2022, mas isso não tornará a taxa menos atraente aos possíveis compradores.


Não é possível garantir que as mudanças que a quarentena gerou vão continuar por muito tempo ou se logo desaparecerão. Mas as consequências de todo esse cenário perdurarão no mercado imobiliário, tendo em vista que este precisou se transformar e evoluir. O atendimento se tornou mais célere e o serviço mais dinâmico – especialmente com a adoção de procedimentos digitais.


Em suma, pode-se afirmar que mesmo com todo o cenário pessimista que a pandemia de Covid-19 trouxe, as imobiliárias e incorporadoras conseguiram se reinventar e propiciar uma melhora nos serviços prestados, atraindo clientes e aquecendo o mercado.


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Gabriela Macedo Advocacia, escritório especializado em Direito Imobiliário, Condominial, Empresarial e Extrajudicial. contato@gabrielamacedo.adv.br. Instagram @falecomaadv

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